Faz dias que estou aqui me questionando e com uma resistência a escrever sobre.... Desistir ou persistir!!! E é definitivamente impossível definir o momento certo, me atrevo a dizer que não existe momento certo ou errado, e sim O MOMENTO! Algo que quebra e nos faz mudar ou algo que nos preenche e nos faz continuar...
As vezes acho que só gostaria de passar a responsabilidade da decisão para outra pessoa (rs... nunca deu certo!). E é por isso que temos tanta dificuldade de aceitar mudanças, deixar o conhecido, por pior que seja, é um desafio que muitas vezes não estamos dispostos a enfrentar. Realmente nos ver por dentro, como somos exatamente, sem as qualidades e defeitos físicos, sem as expectativas que esperamos e as que geramos, sem as fantasias da perfeição e imperfeição social... Se despir de tudo da um trabalho danado, mas da um alivio quando conseguimos nos ver do tamanho real, por que é quando descobrimos que somos maiores e mais fortes, do que pensávamos!
Engraçado como o tempo nos deixa mais abertos para experimentar, quando abrimos mão do conhecido e paramos de escolher resultados, rasoáveis ou aceitáveis, é que deixamos o novo se manifestar... e aí sim, a vida nos surpreender seja nas cores, nos sabores, nos cheiros, nos acontecimentos, nas pessoas ou nos amores!!!
Se expor implica em muitas coisas... não é apenas coragem, como a maioria atribui, acho que é o impulso, o primeiro passo... depois nos colocamos em chek... Ahhh, sim! Nós nos colocamos, por que é a gente que cria as expectativas, os conceitos, as crenças, o entusiasmo, o grau de realizações de nós mesmos... acreditando e fazendo acreditarem!!!
Se desfazer disso da uma leveza, é como se zerássemos tudo e a cada nova experiência fossemos criança experimentando cada coisa pela primeira vez... Se livrar de pré-conceitos e idéias formadas por outras pessoas, nós proporciona uma visão real, pelo menos a visão que nossos olhos têm e nossos sentidos sentem.
Por isso, fazer coisas que nunca fizemos, aprender culturas e obter conhecimentos novos, experimentar comidas diferentes e apenas sentir, sem se perder... permanecendo na própria essência e se percebendo em cada um dos sentidos... parar de reagir e simplesmente existir! Acho que essa é a resposta, não escolher... na verdade, não precisamos desistir e nem persistir em nada... apenas ser, apenas existir, sentir... agora sim, é só uma questão de estar de bem, com aquilo que escolhemos ser. E nesse caso vale a pena persistir...
As vezes acho que só gostaria de passar a responsabilidade da decisão para outra pessoa (rs... nunca deu certo!). E é por isso que temos tanta dificuldade de aceitar mudanças, deixar o conhecido, por pior que seja, é um desafio que muitas vezes não estamos dispostos a enfrentar. Realmente nos ver por dentro, como somos exatamente, sem as qualidades e defeitos físicos, sem as expectativas que esperamos e as que geramos, sem as fantasias da perfeição e imperfeição social... Se despir de tudo da um trabalho danado, mas da um alivio quando conseguimos nos ver do tamanho real, por que é quando descobrimos que somos maiores e mais fortes, do que pensávamos!
Engraçado como o tempo nos deixa mais abertos para experimentar, quando abrimos mão do conhecido e paramos de escolher resultados, rasoáveis ou aceitáveis, é que deixamos o novo se manifestar... e aí sim, a vida nos surpreender seja nas cores, nos sabores, nos cheiros, nos acontecimentos, nas pessoas ou nos amores!!!
Se expor implica em muitas coisas... não é apenas coragem, como a maioria atribui, acho que é o impulso, o primeiro passo... depois nos colocamos em chek... Ahhh, sim! Nós nos colocamos, por que é a gente que cria as expectativas, os conceitos, as crenças, o entusiasmo, o grau de realizações de nós mesmos... acreditando e fazendo acreditarem!!!
Se desfazer disso da uma leveza, é como se zerássemos tudo e a cada nova experiência fossemos criança experimentando cada coisa pela primeira vez... Se livrar de pré-conceitos e idéias formadas por outras pessoas, nós proporciona uma visão real, pelo menos a visão que nossos olhos têm e nossos sentidos sentem.
Por isso, fazer coisas que nunca fizemos, aprender culturas e obter conhecimentos novos, experimentar comidas diferentes e apenas sentir, sem se perder... permanecendo na própria essência e se percebendo em cada um dos sentidos... parar de reagir e simplesmente existir! Acho que essa é a resposta, não escolher... na verdade, não precisamos desistir e nem persistir em nada... apenas ser, apenas existir, sentir... agora sim, é só uma questão de estar de bem, com aquilo que escolhemos ser. E nesse caso vale a pena persistir...


